

Só mostrando aqui as caricaturas que ainda não postei...

As duas de Paulo e Lacerda foram feitas pelo Rômulo (do 3ºD), assim como as dos Confort e do Pacato. As menores da imagem central são do irmão da Ana Bia.
Abraços e boas férias!
Começando o resumo de literatura que fala sobre o modernismo no Brasil, vamos falar sobre seus antecedentes:
· Semana de Arte Moderna- Em São Paulo; a data foi escolhida por que faziam exatos 100 anos da proclamação da república e acontecia na mesma época o tenentismo (Mário de Andrade ria da semana até ter dor de barriga, pois era um movimento anti-burguês patrocinado pela burguesia cafeeira).
Modernismo Brasileiro
Num sentido bem geral o modernismo veio como uma reação imediata ao passado conservador e acadêmico: o Parnasianismo (cultuava a forma, o estilo e o engajamento literal). Para o escritor modernista não importava a forma de escrever mas sim o conteúdo passado. A liberdade de escrita e de expressão foi muito explorada: versos livres, poema-piada, ironia e humor. Foi um movimento extremamente revolucionário (iconoclasta). Valorizaram bastante o cotidiano na prosa e na poesia (interesse pelo homem comum). O movimento mostrou também um grande interesse nacionalista.
Nasce, então, o modernismo no Brasil. O nosso modernismo pode ser dividido entre três fases:
1ª Fase-> Predomínio da poesia sobre a prosa
2ª Fase-> Relação idônea entre poesia e prosa
3ª Fase-> A prosa sobrepõe-se sobre a poesia
Nessa etapa, porém, só cai a primeira fase. Então vamos direto ao assunto:
1ª Fase do Modernismo Brasileiro
O movimento como um todo teve um espírito inovador, mas, como a 1ª fase foi de certa forma a que deu sua cara a tapa, ela foi considerada a mais inovadora, polêmica, destruidora de conceitos e anarquista. Pelo mesmo motivo possuía um explícito espírito heróico em suas obras.
Como já dito, nessa fase a poesia predominou sobre a prosa.
A primeira fase teve três principais expoentes:
1º- Oswald de Andrade
· Oswald foi considerado o ponta de lança do modernismo brasileiro. Suas obras continham um teor irreverente, rebelde e agressivo que acabou por caracterizar suas obras, além, claro, do ironismo, anarquia e humor. Suas obras possuíam um estilo cinematográfico, telegráfico. Outra característica importante de Oswald foi seu largo emprego de paródias. Das características gerais do movimento, as que mais marcaram suas obras foram: valorização do cotidiano e o interesse pelo homem comum.
· Oswald vinha fervendo direto do forno da Europa recheado das ideologias que por lá ganhavam força: o Futurismo e o Primitivismo.
· Oswald, além de poeta, foi romancista, ensaísta (comentário crítico, elucidativo sobre algum fato ou arte) e teatrólogo (com a peça Rei das Velas que era uma espécie de autobiografia no que diz respeito à característica de mulherengo do personagem.
· Foi criador dos grupos: Pau-Brasil (espírito nacionalista) e Antropologia
2º- Mário de Andrade
· Considerado o papa do modernismo ou ainda O Grande nome do Modernismo, Mário foi poeta, contista, romancista ("Amar verbo intransitivo"), cronista, ensaísta e crítico literário.
· Assim como Oswald, Mário foi extremamente influenciado pelo futurismo, porém, destacou-se em seu acervo o folclorismo e nacionalismo.
· Mário era pianista e isso o levou, por meio de prosas-versos, a compor músicas, folclore, modinhas populares, sertanejas, africanas e cantos religiosos (que na verdade eram a folia, nada religioso).
· Uma das obras mais conhecidas de Mário é Macunaíma, porque nela está presente uma das primícias de Mário: a ficção. Mário deu um novo rumo para a ficção literária. Em Macunaíma, que é considerado um romance rapsódia, encontramos traços explícitos do antropofagismo modernista e da busca pela identidade nacional.
· Foi o Mário quem… criou o grupo: Desvairismo.
3º- Manuel Bandeira
· Considerado o São João Batista do Modernismo (aliás, todo mundo é considerado alguma merda do modernismo; criatividade zero), Maneco foi poeta, contista, cronista, ensaísta e crítico literário.
· Maneco demonstrou habilidade e extremismo ao compor desde o soneto até o Concretismo. Eram características suas: lirismo, espiritualismo, universalismo, neo-romântico e neo-simbolista.
· A vida de Maneco não foi das melhores: tudo começa quando ele decide ser engenheiro, mas é afastado de seu sonho ao contrair tuberculose; logo depois ele perde mãe, irmã, irmão e pai, nessa ordem. Daí sai a justificativa de seus temas: doença, desalento, desencanto, solidão, morte, estrela (alta , luminosa, perfeita, porém inatingível), ironia, fugacidade da vida.
Qualquer reclamação SOBRE o resumo, por favor mandem por comentário.
E os resumos de artes serão os cadernos digitados, até porque é uma prova que dá pra resolver por exclusão.
Abraços
A prova engloba uma parte da matéria passada (falando brevemente sobre Iluministas, Rousseau e Kant) e uma parte da matéria nova (Nietzsche – e não, ele não deu o Hegel em todas as turmas, então ele não vai cobrar o Hegel de vocês).
Sobre Iluminismo, basta saber os aspectos principais: que era uma corrente ideológica do século XVI que inspirou Revoluções como a Americana e a Francesa, que foi diretamente influenciada pelo Liberalismo de Locke (direitos naturais e liberdades do indivíduo em relação ao governo, que deve representar os interesses da burguesia), que teve como principais expoentes os franceses Voltaire, Montesquieu e Rousseau e, principalmente, que se pautava na supremacia da razão em detrimento das emoções e das crenças (religiosas e políticas) vigentes na época. Sobre os iluministas:
A parte de Kant é retirada do último resumo, com algumas correções e acréscimos.
O filósofo alemão Immanuel Kant (1724 – 1804) criticou as duas correntes filosóficas contrastantes da época, o racionalismo cartesiano (Descartes) e o empirismo de Locke e Hume. Em linhas gerais:
Kant quebra com essa dicotomia (diferença teórica) e elabora sua teoria, abarcando pontos dos dois lados:
Agora, matéria nova: Nietzsche, o “filósofo” bigodudo que “matou” Deus
O entendimento das teorias de Nietzsche é mais facilmente compreendido depois de alguns baseados, então simbora. Nietzsche, que veio de uma família protestante (o pai era uma pastor – e aposto que nem ao menos fazia idéia de como se escrevia o nome do filho) da Alemanha, passou grande parte de sua vida num alojamento de monges no interior da Alemanha (onde gostava de ir passear pelas montanhas e jardins com seu amigo Hélio Justino). Revoltado com a religião dos pais e com quase todas as correntes filosóficas (menos Schopenhauer, outro revoltado de quem sofreu muita influência), ele escreveu diversas obras, nas quais defende suas teorias. Entre as obras, destacam-se:
Suas principais características são sua crítica constante a todos os valores impostos, escrevendo de forma provocativa contra a sociedade e as ideologias modernas. Diz ele que a filosofia tem como objetivo a libertação do ser humano, libertação especialmente das crenças que o regem. Preocupa-se com a autenticidade da reflexão (para ele, o filósofo tem que ser autêntico – não pode forjar ideologias, estas têm de ser as verdadeiras reflexões do filósofo) e com o destino da humanidade e sua cultura.
Sua crítica não se limita ao campo filosófico, mas ele entra nos campos da ciência, da política, da ética, da moral... Tudo isso para denunciar os valores que nos aprisionam a uma moralidade forjada e falsa. Nietzsche diz que toda moralidade dos tempos modernos é pura vulgarização e deturpação dos verdadeiros valores metafísicos e religiosos.
É contra o igualitarismo socialista e liberalista (liberdade, para Nietzsche, é a criação de uma uniformidade cultural, resultante de manipulação pelas classes dominantes – formadoras de opinião), acusando as tentativas de padronização de valores como aprisionamento das liberdades individuais e coletivas de cada povo. Todas as religiões se encaixam nessas tentativas de manipulação – daí o motivo dado por ele para se tornar ateu/ateísta (para ele, assim como para Schopenhauer, não há Deus nem alma imortal).
A vida, para Nietzsche, é algo sem sentido (pois ele não considera a idéia de uma vida após a morte). Além de sem sentido, a vida é feita de sofrimento e luta, baseada em forças irracionais (nossas vontades e instintos). Contrário a Platão, que dizia existirem dois mundos – o das coisas e o das idéias – e que o objetivo da filosofia era alcançar o mundo das idéias, Nietzsche afirma que a realidade é puramente formada pelo mundo material (das coisas, sensível). Sendo assim, a vida deve ser vivida ao máximo.
Mas, mestre, como fazer isso se a vida não tem sentido nem existe vida após a morte? Hahá! Aí é que tá! Ele bola uma nova moral – pegaram a idéia?! A nova moral de Nietzsche é uma negação da moral Greco-judaico-cristã, que, de acordo com ele, só nos priva de vivermos a vida ao máximo. A nova moral, então, é baseada no principio natural de que o mais forte ganha do mais fraco, de que os competentes imperam sobre os incompetentes. Daí o necessidade de ser competentes, de ser o mais forte: vencer na vida (contrariando os “moralistas” como Sócrates e Cristo, que são em prol dos mais fracos e oprimidos).
A nova moral, agora então desprovida de religiosidade e transcendentalismo, deve ser do homem e virada a vida humana. Daí a elaboração do ideal do super-homem (afirmação da vida humana, das vontades do homem e da superação das adversidades da vida).
Sem acrósticos dessa vez, que o negócio tem que ser rápido.
Abraços e boas provas!
Artes e Literatura eu vou colocando à medida que ficarem prontos. (artes eu devo colocar só de noite ;S)
Lisossomos são pequenas vesículas que contém enzimas digestivas de todos os tipos. Essas enzimas digerem material que a célula engloba e, ocasionalmente, elementos da própria célula.
As enzimas lisossômicas são produzidas no retículo rugoso, passam para o complexo de Golgi, onde são empacotadas e liberadas na forma de vesículas ( lisossomos primários). Quando uma partícula de alimentos é englobadas por endocitose, forma-se um vacúolo alimentar, um ou mais lisossomos fundem-se no fagossomo despejando enzimas digestivas nele, assim forma-se o vacúolo digestivo e as moléculas provenientes da digestão se fundem no citoplasma. O vacúolo cheio de resíduos é chamado de vacúolo residual.
Funções dos Lisossomos:
a) Heterofágica: substâncias que entram na célula e são digeridas pelos lisossomos. Ex: fagocitose e pinocitose
b) Autofágica: Os lisossomos digerem estruturas da própria célula. Ex: organelas que perdem sua função e são digeridas ou em casos de subnutrição celular.
(retirado de http://www.cynara.com.br/citologia.htm)
Agora, doenças cardíacas:
Os combates concentraram-se na Europa, com alguns focos de conflitos nas colônias de ambos os lados. Os principais avanços territoriais foram os da Alemanha, que conquistou Luxemburgo e uma parte da Bélgica (do lado ocidental) e uma parte da Rússia ( do lado oriental), mas sem conseguir subjugar os países. Do outro lado, a Entente não conseguia reconquistar os territórios tomados pela Aliança nem conquistar territórios dos Turcos. Nesse impasse, criaram-se barreiras quilométricas nas fronteiras – grandes valas nas quais os soldados ficavam de prontidão para qualquer tentativa de avanço inimigo. E nessa situação, milhares de soldados morriam com as péssimas condições, às vezes sem comunicação ou isolados entre linhas inimigas. Por dois anos, as forças militares dos dois lados foram se exaurindo, e as forças armadas iam se esgotando – cada vez mais, civis eram recrutados para defender o país nos fronts de batalha. Além do desgaste militar, a popularidade dos governos e a economia dos países foram declinando com a demora da guerra.
Duas mudanças abruptas que mudaram o curso da guerra em 17 foram a Crise Russa (terminando com Revolução Socialista no país e a retirada do exército da guerra) e a entrada dos EUA no conflito ao lado da Entente. A revolução russa de 17 foi importante no conflito pela saída da Rússia da guerra, saída esta decidida pelo governo provisório dos socialistas (depois falo especificamente do caso da Rússia), e a CESSÃO de territórios à Alemanha (tratado de Brest-Litovsk). Com a saída da Rússia, a Alemanha pôde deslocar suas tropas do lado oriental para a frente ocidental para combater a Entente, que recebeu apoio dos EUA, que declararam guerra à Alemanha em abril, mesmo mês da Revolução Russa (ao contrário do que é hoje em dia, os EUA não eram uma potência militar – tinham um exército pouco treinado e sem experiência, além de relativamente pequeno). Os motivos principais para a entrada dos americanos foram: aliança econômica já existente com a Entente (se os seus aliados perdessem a guerra, não poderiam pagar as dívidas com os EUA); bombardeios constantes de submarinos alemães a navios de suprimento americanos no Atlântico e a descoberta de uma aliança secreta entre Alemanha e México para invadir os EUA.
A ajuda militar americana, na verdade, só foi sentida em 1918, pois de 17 a 18, o exército do Tio Sam estava sendo precocemente preparado para a guerra. Enquanto isso, na Europa, a Rússia já tinha declarado derrota para os alemães, que já estavam movendo as tropas para a frente Ocidental. Só em janeiro que os EUA puderam ajudar franceses e ingleses a impedir o avanço alemão no continente.
Com a Alemanha vencendo a guerra na Europa, o presidente americano Woodrow Wilson fez uma proposta de paz baseada em princípios liberais, conhecida como “Os 14 pontos de Wilson”. Nesses pontos, ele defendia uma “paz sem vencedores”, com fim do conflito armado e restituição dos territórios de antes da guerra; acabava com os pactos secretos, exigindo clareza nos tratados de aliança e de paz entre os países; delimitava que os países dos Impérios devastados na guerra (AH e Turco-Otomano); instituía a criação de um organismo internacional que garantisse a paz entre os países, o desarmamento e a democracia numa nova ordem mundial. Como resultado, Wilson recebeu um não de todas os lados, inclusive dos aliados, que tinham pactos secretos e esperavam conquistar territórios para depois da guerra.
Conseguiram derrubar a monarquia do Czar Nicolau II, instalando um governo provisório liderado por socialistas e liberalistas, com apoio inicial dos sovietes (grupos radicais de operários). Governaram no governo provisório: Lvov (liberal, de março a julho)e Kerenski (socialista moderado -menchevique, de julho a outubro). No governo de Kerenski foram feitas várias mudanças importantes na conjectura social/política, como a instituição da liberdade de expressão, a convocação de uma Assembléia Constituinte e a manutenção do exército russo na guerra para honrar a aliança com franceses e ingleses. Apesar das mudanças, foi um governo impopular: cada vez mais os sovietes queriam poder político e o povo estava insatisfeito com a guerra, que gerava uma crise econômica mais profunda a cada dia. Surgiram então alguns sovietes de oposição, liderados por Lênin (bolcheviques), que defendia uma revolução socialista. Seus argumentos: (I) o capitalismo será destruído com a Primeira Guerra, (II) não há porque defender o capitalismo russo se o capitalismo vai quebrar no mundo e (III) uma revolução socialista na Rússia se expandiria para o mundo, criando uma nova ordem de paz. Seus lemas para atrais o apoio do povo eram: “Paz, terra e pão” (retirada da guerra, reforma agrária e produção agrícola para consumo interno) e “Todo o poder para os sovietes” (acabando com o governo provisório e dando-o para o povo, teoricamente).
Derrubado Kerenski, sobe Lênin ao poder. Principais mudanças: retirada do país da guerra (Tratado de Brest-Litovsk), instalação do regime socialista (nacionalização das empresas), reforma agrária, cancelamento da dívida externa, criação do Decreto das Nacionalidades (independência/autodeterminação dos povos do Império Russo) e fechamento da Assembléia Constituinte (censura, proibição de greves e perseguição aos mencheviques e partidos “burgueses”.
Tá, cumprindo o prometido, resumos de história.
A matéria é meio incerta, porque ele sempre diz que é acumulativa (República Velha), mas cobra pontos mais específicos do que ele terminou de dar, ou seja, tenentismo e final da República do Café-com-leite. Até tenentismo tem nos outros resumos. Sobre tenentismo, então.Vimos que, até 1906, a política brasileira era controlada quase que exclusivamente pela cafeicultura paulista. Em 1906, com um acordo iminente entre os mineiros e os gaúchos para derrubarem SP do poder, os paulistas forjaram uma aliança com os mineiros, isolando os gaúchos da política (de novo). Ao acordo entre SP e MG para o revezamento de poder (a cada 4 anos, um dos dois partidos ocupava a presidência) dá-se o nome de Política do Café-com-Leite. Em 1906, Afonso Pena, mineiro, assume a presidência e começa o revezamento. A sequência, então, foi:
Teórico | Émile Durkheim (1858-1917) | Max Weber (1854-1920) | ||||||
Objeto de estudo | Fato social (generalizado). | Ação social (individual). | ||||||
Visão do sociólogo | Deve ser imparcial. | Não pode ser IMparcial. | ||||||
Força motivadora do fato social/ação social | Coerção social ou consciência coletiva (determinismo: o indivíduo tem suas ações determinadas pela sociedade). | Intencionalidade do indivíduo (toda ação social tem sentido e objetivo – um motivo próprio do indivíduo que a realiza). | ||||||
Ponto de vista pelo qual analisava a sociedade | Através da matemática e da análise estatística dos eventos sociais. | Através da história da sociedade, que explica a situação atual da mesma. | ||||||
Objetivo da Sociologia | Explicar as sociedades baseando-se na generalidade de seus fatos sociais. | Entender a situação da sociedade na época analisada através de sua história (formação de uma consciência nacional – unificação alemã). |